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    - Atualizado em 11/11/2016 11h02

    Veja quem são os oito vereadores impediram que fosse votado o projeto que impede parlamentares de assumirem secretaria na Capital 

    Projeto estava pronto para ser votado, mas a apreciação acabou adiada pela apresentação de uma emenda 

    O projeto que impede vereadores de aceitarem, exercerem ou ocuparem cargos e funções no Executivo de Florianópolis sem que renunciem ao mandato deve seguir no papel por, pelo menos, mais dois meses. Previsto para ser votado durante a sessão de terça-feira, a matéria saiu da pauta da Câmara e voltou para análise da Comissão de Justiça depois que oito parlamentares assinaram a favor de uma emenda que modifica a data em que a regra passa vigorar. 

    Célio João (PMDB), Celso Sandrini (PMDB), César Faria (PSD), Coronel Paixão (PDT), Dinho (PMDB), Gui Pereira (PR), Tiago Silva (PMDB) e Vanderlei Lela (PDT), apesar de terem se posicionado favoráveis à medida, acreditam que ela deve vigorar apenas de 2021 em diante, ou seja, no próximo mandato do Legislativo municipal.

    O autor do projeto, vereador Pedrão Silvestre, criticou a atitude dos parlamentares que, durante um ano e dois meses, período em que o projeto tramitou na Casa, não se mostram contrários a redação, nem sugeriram alterações. O fato de o projeto ter sido discutido pelos vereadores por uma hora e meia e a emenda ter sido sugerida em plenário minutos antes da votação, também foi alvo de críticas de Pedrão, que se manifestou por meio de uma transmissão ao vivo após a sessão.

    O vereador, que inicialmente acreditava que o projeto demoraria pelo menos um ano para entrar na pauta novamente, explicou que a matéria passará por revisão apenas da Comissão de Justiça, o que deve ocorrer na próxima terça-feira.

    — Para eles analisarem na terça-feira vai ser preciso muita pressão. Se isso acontecer, o projeto já fica apto para ser votado e é liberado para entrar na pauta — afirma ao ressaltar que o texto precisa passar por duas votações.

    Para ser aprovado ainda este ano, a matéria deve seguir para votação até o fim de novembro. A partir da primeira apreciação, se aprovado, começa a contar o prazo de 10 dias para a segunda e última votação. Segundo Pedrão, como o presidente da Casa é favorável ao projeto, não deve haver veto _ caso ocorra, os vereadores precisaram votar pela manutenção do veto.

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    Diário Catarinense