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    - Atualizado em 14/12/2017 12h51

    Samu de Florianópolis suspende paralisações após receber salários e multas

    No entanto, estado de greve está mantido até ser definido futuro dos trabalhadores após encerramento do contrato da SPDM com o Estado

    Estado de greve ainda continua

    Foto: SindSaúde /Divulgação

    Os funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Grande Florianópolis, suspenderam as paralisações diárias, que estavam ocorrendo desde terça-feira (12). A decisão foi tomada durante assembleia na noite desta quarta-feira (13). Os socorristas reivindicavam o pagamento dos salários atrasados e multas, que foram pagos durante a semana, além de melhores condições de trabalho. 

    No entanto, o estado de greve ainda está mantido. De acordo com o sindicato da categoria, o SindSaúde, os funcionários do Samu querem saber se continuarão trabalhando após o fim do contrato da Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), entidade terceirizada que administra o Samu, o Hospital Florianópolis e o Hospital Regional de Araranguá, com o governo do Estado, que encerra em 19 de dezembro. 

    Para a Secretaria de Estado da Saúde, a SPDM não está cumprindo com o contrato de prestação de serviço e, por isso, vai contratar, de forma emergencial, uma nova entidade para assumir a administração das unidades de saúde.

    Além disso, os trabalhadores reivindicam melhorias nas condições de trabalho, desde a manutenção de equipamentos até a aquisição de materiais, como medicamentos e oxigênio. A SPDM informou, por meio de nota, que não há falta de materiais, medicamentos, manutenção ou de qualquer serviço relacionado ao Samu. 

    A diretoria do SindSaúde tem uma reunião marcada na tarde desta quinta-feira (14) com a SPDM. Outra reunião, dessa vez com a Secretaria de Estado da Saúde está agendada para sexta-feira (15).

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