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    - Atualizado em 19/05/2017 8h40

    Rodrigo Faraco: Chapecoense correu um risco desnecessário com Luiz Otávio

    Decisão de escalar o jogador contra o Lanús deve prejudicar o clube

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    A Chapecoense pagou pra ver e corre o risco de perder fora de campo o que conquistou brilhantemente dentro de campo. Nestas horas não há como ficar questionando. O questionamento vem depois, com argumentação. Na hora do jogo era preciso decidir pelo risco zero. Até pra ter a razão depois e poder argumentar com altivez. 

    O que vai acontecer se a Conmebol reafirmar que Luiz Otávio estava suspenso e impedido de ser relacionado para o jogo contra o Lanús é que a Chape vai ser punida. Não precisava este risco e era plenamente possível vencer o jogo sem o zagueiro em campo. Vamos ver no que vai dar, mas a Chape está correndo o risco de ter cometido uma trapalhada histórica.

    Confusões da Conmebol

    A Confederação Sul-Americana de Futebol também tem suas responsabilidades no episódio. Desde a última segunda-feira, nos bastidores, vinha questionando a assessoria de imprensa da Chapecoense sobre os casos de Rossi e Luiz Otávio. Tudo porque era claro que havia uma dúvida, na medida em que a Confederação misturou duas competições – Libertadores e Recopa – e suas punições e suspensões.

    O regulamento diz que é responsabilidade dos clubes conhecer as punições e escalar ou não atletas. Mas deveria, no mínimo, facilitar a comunicação, como processos mais claros e seguros de envio e recebimento de comunicados mais importantes. Afinal, como organizadora, ele deveria trabalhar para ter uma competição ¿organizada¿ realmente. E ninguém vai convencer qualquer pessoa que comunicado 10 minutos de uma partida é sinal de organização.

    Confira o comentário de Rodrigo Faraco para o Atualidade Esportiva, da CBN Diário, na manhã desta sexta-feira, dia 19. Ele comenta sobre o caso Luiz Otávio e o Avaí encaminha acerto com o lateral Maicon, ex-Seleção Brasileira:

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