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    - Atualizado em 19/02/2018 8h02

    Número de praias próprias para banho cresce em Santa Catarina

    Estado tem 54,4% dos pontos analisados com boas condições de balneabilidade; o índice era de 53,5% na semana passada

    Foto: Cristiano Estrela /Diário Catarinense

    Três semanas após ter apenas 43,7% dos locais analisados como próprios para banho, pior resultado das últimas cinco temporadas, o número de pontos com boas condições de balneabilidade cresceu em Santa Catarina. Segundo relatório divulgado pela Fundação do Meio Ambiente (Fatma) na última sexta-feira, o Estado está com 54,4% dos pontos analisados como próprios para banho — o índice era de 53,5% na semana passada.

    Entre os 117 pontos considerados próprios, apenas sete municípios do litoral catarinense têm todos os locais analisados com boas condições de balneabilidade: Araranguá, Balneário Gaivota, Biguaçu, Itapoá, Jaguaruna, Laguna e Piçarras. Imbituba quase entra na lista, com apenas um dos oito locais avaliados como impróprio. Em Balneário Camboriú, onze (73,3%) dos 15 pontos estão recomendados para banho.

    A cidade que concentra o maior número de locais avaliados é Florianópolis, onde apenas 35 dos 75 pontos estão próprios, equivalente a 46,6%. Na semana passada o índice era ainda mais baixo: 40%. Em Canasvieiras todos os pontos seguem impróprios e nos Ingleses apenas um local permite o banho: em frente à Rua Morro das Feiticeiras, no canto esquerdo da praia. Já em Jurerê, apenas um dos quatro pontos analisados está próprio — enquanto os dois locais avaliados na parte Internacional voltaram a ser próprios para banho.

    A situação é ainda mais crítica em Penha, onde apenas quatro dos onze pontos analisados (36,3%) são recomendados para banho. Itapema e Bombinhas têm três dos oito locais avaliados (37%) como próprios. Em Governador Celso Ramos são apenas cinco (38,4%) pontos próprios entre os 13 avaliados.

    Entenda como é feita a análise da Fatma

    A Fatma segue as normas da Resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Dessa maneira, é levado em consideração o conjunto das últimas cinco análises. Para que um ponto seja considerado impróprio, duas dessas cinco análises precisam ter resultados negativos — com mais de 800 coliformes por 100 mililitros de água. Outra possibilidade de o ponto não estar banhável é se em apenas uma coleta forem localizados mais de 2 mil coliformes por 100 mililitros de água. 

    Diário Catarinense