Carregando...
 
       
     
     
     
     
    A
     
     
     
     
     
     
    - Atualizado em 14/07/2018 11h00

    "Muito positivo": setor automotivo comemora crescimento de 21,9% na venda de veículos novos durante o primeiro semestre em SC

    Segundo números divulgados pela Fenabrave, incremento no mercado de caminhões chegou a mais de 66%, enquanto o de automóveis subiu 18,8%

    Foto: Betina Humeres /Agencia RBS

    O desempenho na venda de veículos novos no primeiro semestre de 2018 foi considerado "muito positivo" pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores em Santa Catarina (Fenabrave-SC). Segundo a entidade, o número de emplacamentos cresceu 21,91% no estado, em relação aos primeiros seis meses do ano passado. 

    Santa Catarina registrou um índice acima da média nacional, que foi de 12,37% de incremento durante o período. Ao longo do primeiro semestre, foram vendidos 87.225 veículos. Ainda segundo a Fenabrave, o crescimento no mercado de caminhões foi de 66,18%, enquanto o de automóveis subiu 18,84%. 

    Como um dos motivos apontados para a recuperação no setor, está o reaquecimento da economia brasileira em vários segmentos. 

    — Percebemos um otimismo maior dos consumidores, já que trata-se de um bem durável. Cerca de 70% dos clientes compram carro com algum tipo de financiamento. Assim, antes de pensar no preço ou na taxa de juros, a pessoa precisa ter uma visão sobre o futuro a médio e longo prazo. Se a perspectiva é positiva, ela se endivida para fazer o investimento necessário — declara Nelson Füchter, diretor regional da Fenabrave na Grande Florianópolis. 

    Entre os destaques apontados pela federação, há o crescimento na procura pelos utilitários esportivos (SUVs), principalmente na faixa entre R$ 70 mil e R$ 100 mil, e dos carros com valor abaixo de R$ 50 mil. Ainda de acordo com a entidade, a relação entre a compra de seminovos e de novos, durante a recente crise econômica, era de 5 para 1. Porém, neste primeiro semestre, esta proporção caiu: 4,5 para 1. 

    — Mas isso representa também que temos um mercado vigoroso de seminovos no país. Não há negócio de novos sem os seminovos porque 80% dos negócios estão sendo feitos com veículos dados em troca como parte do pagamento — lembra Füchter. 

    Ouça a reportagem de Leandro Lessa: 

    CBN Diário