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    - Atualizado em 20/12/2018 7h55

    Governo de SC teve economia de R$ 1,4 bilhão em 2018, diz Pinho Moreira

    Dados são do balanço apresentado pelo governador nesta quarta-feira (19).

    Foto: Cristiano Estrela /Diário Catarinense

     A redução da máquina pública está entre as ações que levaram o governo do estado a  uma economia de R$ 1,4 bilhão este ano. Dos R$ 2 bilhões apontados em fevereiro,  o déficit do estado chega a R$ 548 milhões neste mês de dezembro. Os dados foram apresentados durante um balanço feito pelo governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) na tarde desta quarta-feira(19) no Centro Administrativo em Florianópolis. 

    - Entrego o estado em uma situação muito melhor, com uma economia muito melhor do que estava há 10 meses, quando o recebi e torço para que a economia continue recuperando e Moisés vai vencer 2019 e de 2020 para frente vai ser tudo muito mais fácil - afirmou. 

    Prioridades

    O estado registrou um crescimento em 2018 de 7,88% na comparação com o ano anterior e gerou ao menos 5 mil novos empregos, conforme Pinho Moreira.

    - O que me propus como prioridade, já que não há recursos para tudo, eu consegui, como baixar o índice de criminalidade e a regionalização da saúde, levando condições de resolver os problemas próximo da casa das pessoas - declarou. 

    Parcerias

    De acordo com  o governador, em 2018, o Tribunal de Justiça repassou R$ 48 milhões ao estado e o Tribunal de Contas outros R$ 20 milhões. Já com a Assembleia Legislativa não houve o mesmo relacionamento.

    - O TJ e o TCE têm sido parceiros nossos, a Assembleia Legislativa ainda não deu sinais de parceria. Os recursos prometidos pelo presidente que faleceu, Aldo Schneider, um terço apenas chegou - informou. 

    Durante o balanço de seu governo, Pinho Moreira comentou ainda a ação recente de improbidade do Ministério Público que pediu o bloqueio de bens de oito pessoas e quatro empresas pela obra da ponte Hercilio Luz. 

    - A publicidade disso solta penas ao vento. Depois se não se comprovar nada, as pessoas já estão com a sua reputação comprometida. (...) Espero que eles possam explicar o que de fato aconteceu. Aqueles que têm culpa tem que ser penalizados e os que não têm é preciso pedir desculpas públicas - declarou. 

    Depois de entregar o cargo a Carlos Moisés da Silva, Pinho Moreira disse que viajará em férias até abril e depois voltará a militar pelo MDB, partido que representa há 32 anos na vida pública. 
     

    CBN Diário