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    - Atualizado em 20/04/2017 13h46

    Deic cumpre 112 mandados de prisão em operação contra facção criminosa em Santa Catarina

    Estão sendo cumpridos 112 mandados de prisão em sete cidades do Estado

    Clima era tranquilo e de silêncio após passagem da Polícia Civil pelas comunidades do Norte da Ilha

    Foto: Betina Humeres /Agência RBS

    A Polícia Civil, por meio da Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco) da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), deflagrou na manhã desta quinta-feira uma grande operação contra uma facção criminosa em Santa Catarina.

    Estão sendo cumpridos 112 mandados de prisão e 40 mandados de busca e apreensão nas cidades de Florianópolis, São José, Balneário Camboriú, Itajaí, Joinville, Araquari e Laguna. No total, 200 policiais estão mobilizados na operação.

    A ação, conforme a polícia, é a maior ofensiva já realizada contra a facção criminosa atuante em Santa Catarina e com ramificações em outros estados da federação, envolvida em crimes de roubo, tráfico de drogas, associação para o tráfico, corrupção de menores, homicídio, estelionato, lavagem de dinheiro e porte,posse e comércio de armas de fogo e munições.

    As investigações ocorrem há cerca de cinco meses, período em que 11 membros da facção foram presos nas cidades de Florianópolis, Joinville, Navegantes, Balneário Camboriú e Chapecó e em que também foram identificadas as principais lideranças da organização criminosa atuantes dentro e fora do sistema prisional de Santa Catarina.

    Início de madrugada

    A operação começou às 4h e os mandados começaram a ser cumpridos às 6h. Nas primeiras horas, o foco foram as comunidades com presença do tráfico de drogas, com mandados cumpridos contra pessoas em liberdade. Por volta de 8h já não havia mais movimentação nas ruas, mas ainda eram cumpridos mandados dentro do próprio sistema prisional, conforme a polícia. 

    Após a passagem da polícia, o clima nas comunidades era tranquilo e com pouca movimentação nas ruas, mas de total silêncio sobre a operação. No Papaquara e na Vila União, o silêncio também se justificava pela presença do Bope, em uma ação da polícia militar sem relação com a operação da Deic. O objetivo da PM, dando sequência ao trabalho da noite de quarta-feira, era procurar mais armas e munições no Norte da Ilha.

     

    Diário Catarinense