Carregando...
 
       
     
     
     
     
    A
     
     
     
     
     
     
    - Atualizado em 21/03/2018 17h27

    Debate Diário: "Isso é mais uma falácia do Bourgeois”, afirma presidente do Figueirense, Claudio Vernalha

    Dirigente desmente reportagem da Folha de S.Paulo sobre atuação de citados na Lava-Jato no clube

    Foto: Reprodução /CBN Diário

    O presidente do Figueirense, Cláudio Vernalha, nega a participação de investigados na Operação Lava-Jato entre os investidores do clube. Em participação no Debate Diário desta quarta-feira, o dirigente desqualificou a reportagem publicada pela Folha de S.Paulo intitulada “Figueirense virou S.A. com atuação de citados na Lava-Jato”. Para ele, trata-se de uma “falácia do Bourgeois”, em referência ao ex-CEO do clube, Alex Bourgeois. 

    Vernalha diz que Bourgeois “planta informações” para se defender da curta passagem pelo clube. Ele garante que não há mistério algum em relação aos investidores. “Não existe investidor misterioso. Existem recursos próprios e empréstimos de minha holding no Figueirense.

    Não tenho ligações perigosas. Pelo contrário. Fiz duas auditorias. Disponibilizei documentação. Está tudo aberto dentro do Figueirense”, afirmou. “Conversei pessoalmente com o repórter e convidei a vir ao clube conhecer os livros societários. Preferiam confiar nas informações do Bourgeois e seu clã”.

    A reportagem cita que, durante o processo de transição, o Figueirense recebeu aporte de Marcos Meira, citado em laudo da Lava-Jato em 2016. A Folha também cita a atuação no clube de Claudio Honigman - “conhecido por atuar em ações suspeitas de lavagem de dinheiro com Ricardo Teixeira”, segundo o jornal.

    Vernalha garantiu que nenhum deles é investidor do clube. “Gostaria muito que Honigman fosse investidor. É um cara muito bem sucedido e muito respeitado no mercado financeiro.”

    O dirigente acrescenta que Meira e Honigman não foram indiciados na Operação Lava-Jato, apenas citados em uma lista de investigação. “Sequer foram chamados para prestar informações”. 

    Conforme Vernalha, Meira não aportou dinheiro no clube, pois não quer investir em futebol. “Ele fez um empréstimo à Elephant, minha holding de investimentos. Ele é credor da Elephant”. Ainda sobre Meira, Vernalha o definiu como “um amigo e um grande advogado”.

    Ouça a íntegra do Debate Diário:

    CBN Diário