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    - Atualizado em 29/10/2018 12h40

    Antes de definir nomes, governador eleito Carlos Moisés vai propor reforma administrativa

    Carlos Horas após receber 71% dos votos válidos dos catarinenses, ele participou do Notícia na Manhã desta segunda-feira

    Foto: Márcio Serafini /CBN Diário

    No dia seguinte à consagração nas urnas —  2.644.177 votos, 71,9% dos votos válidos —, o governador eleito Carlos Moisés da Silva (PSL) foi entrevistado pelo Notícia na Manhã desta segunda-feira. Tranquilo, com a voz ainda anasalada em função da infecção nas vias aéreas que o levou a cancelar a agenda final de campanha, ele reforçou a proposta de realizar uma reforma administrativa, para tornar o governo mais ágil e enxuto, antes de definir os nomes da equipe que vai administrar Santa Catarina pelos próximos quatro anos. A ideia é solicitar ao atual governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) que encaminhe o projeto à Assembleia Legislativa este ano.

    Na montagem do governo, Moisés promete valorizar servidores de carreira, que tenham capacidade e honestidade:

    — Acredito muito nos servidores públicos. Existem servidores exemplares e outros nem tanto, como em todas as áreas. Tenho convicção de que temos muitos servidores de grande valor, que são quem toca o Estado. 

    Moisés se filiou ao PSL em março. Nunca havia concorrido a um cargo eletivo. Convidado pelo vereador em Tubarão Lucas Esmeraldino, inicialmente entrou para ser tesoureiro da Executiva estadual. A candidatura nasceu a partir da decisão de ter candidato próprio e de referências espontâneas de outros filiados.

    — As pessoas começaram a brincar, me chamavam de governador, mas eu rechaçava a ideia em um primeiro momento — contou.

    Durante a campanha, Moisés disse que começou a perceber a possibilidade de chegar ao segundo turno, a despeito dos sete segundos de televisão e de não ter usado recursos do fundo partidário. Por isso, garante que a vitória deixou de ser uma surpresa.

    — É gratificante esse retorno do eleitor catarinense, aquele que nos depositou o voto da esperança, o voto da confiança, consolidando a ideia da renovação. 

    Moisés não espera tratamento privilegiado em função da relação com Jair Bolsonaro:

    — O alinhamento é muito bom gera uma relação de confiança, mas o presidente tem de governar para o país todo.

    Ouça a entrevista concedida ao jornalista Mário Motta:   

    CBN Diário